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Quase 60 famílias ainda recebem aluguel social em Ijuí

Postado em 04/12/2017

Para o exercício do ano, um comitê informal para análise e deliberação de novas solicitações, formado por dois servidores e pelo Secretário Ramsés Lemos, analisa a situação dos requerimento das famílias que solicitam este benefício. De acordo com Ramsés, ele vai mais além ao dizer que muitas famílias que foram beneficiadas não tiveram o registro das informações no sistema eletrônico, e que quando assumiu, sabendo da problemática chamou as famílias para que esclarecem o motivo do benefício.

"Foi a partir destas informações que conseguimos diminuir consideravelmente o gasto com este benefício e usá-lo de forma justa. Mas ainda existe uma confusão entre dificuldades financeiras e vulnerabilidade social, a lei que institui este beneficio é bem claro quando aos critérios de concessão", ressalta o Secretário.

 
Comparativo de 2017 em relação a 2016, o número de benefícios caiu de 89 para 57 famílias atendidas "Isso gerava um desprendimento de quase R$ 40 mil" por mês explica Ramsés. Para 2018, a projeção é de um gasto menor em relação ao ano corrente com isso contribuímos com o equilíbrio financeiro das contas do Município e podemos usar uma parte dos recursos para outras demandas.

Em 2017 mais de 30 requerimentos chegaram na Secretaria, questionado em relação as famílias que  deixaram o
beneficio  Ramsés diz que  não faz parte da SMH fazer o acompanhamento dessas famílias, pois elas normalmente já são atendias pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SMDS).

Ao destacar que as famílias que perderam o beneficio, o Secretário Ramsés informa que: "Eram famílias  que participaram de ocupações no passado, ou que estavam em situação de vulnerabilidade e por acordo judicial ou com o MP receberam o beneficio, que deveria ser transitório mas que muitas vezes ficam além do tempo que era acordado. O Secretário diz que este beneficio é transitório, deveriam as famílias neste tempo que receberam o beneficio buscar qualificação, estudo, trabalho, ou seja, melhorar a sua situação econômica e financeira, muitos não o fizeram e outros tantos conseguiram ultrapassar esta barreira  e melhoraram suas condições e de suas famílias e agora estão dando o retorno pra comunidade daquilo que a municipalidade que ofertou.

Ao citar o projeto residencial da Pedreira, Ramsés salienta que serão retirados 24 famílias do benefício do aluguel social, porém, projetando o repasse destes imóveis ao mesmo número de outros grupos familiares que serão atingidos agora com o encaminhamento da "terceira e última etapa do Parque da Pedreira". Lá existe uma problemática a ser resolvida ainda, precisamos construir em torno de 50 famílias, mas foram deixados no projeto um loteamento com 30 unidades, por isso trabalhamos incessantemente para uma solução. Estudamos em conjunto com secretário de Planejamento, Rúbio Viecili, uma reengenharia no Parque da Pedreira para fazermos frente a isso, este projeto já conta com recursos reservados do Governo Federal no PAC II pra iniciar a obra, finaliza o secretário Ramsés Lemos.