Publicidade

topo 3topo 6topo 5


Polêmica envolve venda de animais

Postado em 21/06/2018

Ultimamente existe uma campanha tentando distorcer que a compra de animais de raça é algo ruim. Através do uso da frase “Não compre, adote”, que o criador é um torturador ou explorador. Em contrapartida, criadores usam como lema de campanha “Comprar ou adotar é opção, cuidar e não abandonar é obrigação”. Isso ocorre devido ao ataque de alguns protetores direcionados contra os criadores, como se a venda de animais fosse a causa do abandono de animais de rua. Alguém os colocou na rua e não foi nenhum criador! Nesse sentido devem haver campanhas de conscientização, facilitando a castração desses animais para que não se reproduzam, que qualquer aquisição seja de forma responsável e, se for comprar que seja com criador registrado.

A veterinária Nelda Richter Palharini, da Agropecuária e Veterinária Palharini comentou a pedido do A partir de convênio assinado com o governo do estado, a prefeitura de Ijuí recebeu o prédio onde funcionava a FEPAGRO, localizado na BR 285, proximidades do Parque Wanderley Burmann. Com o convênio, o Município poderá utilizar o prédio por um período inicial de cinco anos. De acordo com o prefeito, a Administração Municipal quer iniciar as obras, tão logo seja possível, para adequar o local às necessidades do Município. No lo- Andressa Gressler cal deverá funcionar um Centro Jornal HoraH, a questão.

Ela considera ultrajante quando um criador é comparado a uma fábrica de filhotes, (acusação considerada crime inclusive de acordo com o Código Penal), não se levando em conta que este é um preservador da raça, assim se todos forem adotar em breve as raças irão desaparecer. Segundo ela, atualmente elas só existem devido a criadores apaixonados em manter esses animais. “A criação responsável é acompanhada diariamente por médico veterinário (artigo 5º,6º normativa 1.069 CRMV), que possui conhecimento sobre a raça, comportamento, saúde e manejo”, comenta a veterinária. Segundo ela, o trabalho de monitoramento e suporte aos filhotes e às fêmeas, alimentação, espaço adequado, programa de imunização, respeito a idade mínima para exposição, manutenção e venda; assim como a preocupação com quem faz a aquisição para que prossiga com os cuidados necessários.

Enquanto isso, muitos seguem comprando de leigos exploradores que realizam acasalamentos indiscriminados, por que querem “preço” esquecendo do resultando, como animais que fogem ao padrão racial, se tornam agressivos e com características indefinidas. A criação de fundo de quintal só existe porque alguém financia isso, no caso, o próprio comprador. Nelda Palharini disse que ao mesmo tempo, os criadores são acusados pela exploração e da falta de bom senso de alguns na hora de adquirir um filhote, porque querem um pet de “raça” mas não querem pagar o custo disso! Para aqueles que desejam comprar compete auxiliar, adquirindo animais de procedência e que observem os critérios de bem-estar animal.

Assim, para os que têm preferência pela adoção, igualmente importante, não devem encarar o criador sério como um inimigo , mas como um preservador da beleza e tipicidade da raça. Segundo o coordenador técnico do CRMV-RS, a normativa 1.069 não proíbe a venda ou a exposição de animais, conforme divulgado nacionalmente em determinados canais de comunicação. As diretrizes gerais de atuação do médico veterinário responsável técnico em locais que comercializam, expõem, realizam doação e oferecem serviços de estética devem ser aplicadas visando o bem-estar e a sanidade dos animais.